Vereadora Júlia Arruda

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Alguns problemas dos Creas devem ser resolvidos até julho

Propositiva e com promessa de soluções por parte da Prefeitura de Natal. Estes são, à primeira vista, os resultados mais práticos da audiência pública para discutir a situação dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) da capital, realizada na manhã desta terça-feira (17) pela vereadora Júlia Arruda (PSB), vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Trabalho e das Minorias da Câmara de Natal e também presidente da Frente Parlamentar de Defesa da Criança e do Adolescente.

Após a exposição de uma série de dificuldades vivenciadas por servidores e usuários do serviço, relatados inicialmente pela parlamentar e confirmadas pelos coordenadores do serviço e profissionais das quatro regiões da capital, a secretária-adjunta de Trabalho e Assistência Social (Semtas), Verônica Dantas, divulgou a previsão de julho para atendimento de parte das reivindicações, como a compra de materiais permanentes - computadores e impressoras. “Tivemos dificuldades em algumas licitações, mas há determinação do secretário (Alcedo Borges) e da prefeita Micarla de Sousa para termos atenção com os Creas”.

A gestora admitiu as dificuldades financeiras porque passa o Município de Natal, como o custo mensal de R$ 100 mil para os quatro Creas, quando receberia somente R$ 52 mil do governo federal. Ela responsabilizou ainda o Estado pela ausência de repasses necessários, como um no valor de R$ 80 mil. Situação que deverá ser incluída em um relatório de prioridades que será encaminhada pela vereadora à Semtas.

“Isso deveria ser resolvido, até porque a prefeitura tem parceria administrativa e política com o governo Rosalba e os secretários de Natal e do Estado precisam se reunir para resolver isso. Tenho certeza que o professor Luis Eduardo Carneiro (titular da Sethas) tem sensibilidade para resolver isso”, observou a vereadora.

DIFICULDADES
Os profissionais relatam problemas como falta de telefone, salas quentes e sem acústica, que garantam o devido acolhimento das vítimas de violência, limitado número de computadores para as equipes, e assim mesmo, sem acesso a internet, e a presença de vigias, sem armamento, o que não garante a segurança dos que trabalham enfrentando os agressores denunciados.

SAIBA
Os Centros de Referência Especializados de Assistência Social representam o atendimento de média complexidade no Sistema Único de Assistência Social – o SUAS. Coordenam e articulam a proteção social especial, além de serem responsáveis pela orientação e apoio especializado e contínuo direcionado a famílias e indivíduos que têm seus direitos violados.
 

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