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Júlia Arruda vai debater problemas das comunidades com secretários



O trabalho de visita às comunidades, que faz do mandato da vereadora Júlia Arruda um dos mais atuantes e propositivos, foi intensificado durante a última semana, quando Júlia Arruda esteve nos quatro cantos da cidade.

De Mãe Luiz a Felipe Camarão, passando pelo Passo da Pátria e KM 6, e indo até o Pajuçara II, Nossa da Apresentação e Loteamento Boa Esperança, na zona Norte, a vereadora Júlia Arruda colheu relatos e informações, transformados em Requerimentos e Projetos de Lei, que serão traduzidos em melhorias para as comunidades.

Como no caso do Conjunto Praia Mar, no KM 6, e do Loteamento Boa Esperança, no bairro de Lagoa Azul. Apesar de causas distintas, os problemas das duas comunidades são praticamente os mesmos.

Falta quase tudo: pavimentação, saneamento, coleta regular de lixo e serviços públicos de Saúde e Educação satisfatórios.

E para tentar sanar parte das dificuldades, a vereadora Júlia Arruda propôs reuniões com representantes públicos, que irão acontecer nesta terça e quarta-feira (1° e 2, respectivamente).

Amanhã (1°), a parlamentar vai se reunir às 11h com o titular da Secretaria Estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), Luiz Eduardo, para tratar das condições sob as quais estão sujeitas as mais de 200 famílias que foram retiradas da antiga Favela do Fio e relocadas para o Conjunto Praia Mar.

“Na visita que eu realizei à comunidade na última terça, pude ver de perto a situação: falta água, saneamento básico, calçamento, fossas, telefones públicos, coleta regular de lixo, entre outros tantos problemas que derivam desses. Não há condições mínimas de dignidade”, revelou Júlia Arruda.

Já na quarta-feira (2), a reunião será na Secretaria Municipal de Tributação (Semut). Na oportunidade, a parlamentar vai interceder pelas famílias do Loteamento Boa Esperança, que foram surpreendidas com a cobrança de IPTU na comunidade. Junto a um grupo de moradores, Júlia Arruda vai questionar a forma como a cobrança foi instituída.

“Nosso estranhamento é sobre o início dessa cobrança. Os moradores aqui nunca haviam pago IPTU e, de repente, os carnês chegaram às suas casas. Sem qualquer consulta ou comunicado prévio por parte da Prefeitura”, questionou a parlamentar, completando que a reunião servirá também para que a Semut explique quais critérios utilizou para avaliação dos imóveis, já que muitos apresentam grandes discrepâncias de valores cobrados no carnê do imposto.

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